Sentir ou Não Sentir? Eis a Questão!

Coluna semanal sobre Saúde Mental do IDB

Desse modo, essa semana refletiremos um pouco juntos sobre os Nossos Sentimentos, Pensamentos e Emoções, abordando as diferenças, como os identificamos e como podemos lidar de forma mais positiva com eles, ainda mais nesse momento de pandemia, em que nossa vida está uma montanha russa de sentimentos, não é mesmo?! Mas afinal, o que vocês acham, nós devemos: “Sentir ou Não Sentir? Eis a Questão”.

Quem nunca disse ou já ouviu: “Você não pode ficar bravo (a) com seu irmão” ou “O seu problema é que você sente demais. Não pode!.”, quem nunca caiu, se machucou e ouviu alguém lhe dizendo: “Não foi nada essa quedinha, não precisa chorar, logo passa!”, como se o problema fosse sentirmos as emoções e fosse errado ou feio ou significasse fraqueza, quando na verdade é ao contrário, é certo, é força e coragem nos permitirmos sentir, seja algo bom ou não tão bom assim e cada um sentirá e demonstrará do seu jeito, o que é normal e está tudo bem.

Muitas vezes, evitamos sentir as coisas para não sofrermos, mas o que não sabemos é que, ao fazermos isso e não sentirmos as tristezas, raivas ou nossos medos, assim como sentimos também as alegrias e sentimentos bons, perdemos a oportunidade de cuidar de nós mesmos e de escolher novas formas de pensar, sentir e agir para resolver uma dada situação, podendo nos fazer até mesmo adoecer.

  • Vocês sabem o que são as EMOÇÕES e quais funções tem para nós e nossa saúde mental?

Emoções: dão origem aos nossos sentimentos básicos como: alergia, tristeza, medo, raiva e nojo, ou seja, as emoções surgem como informantes, quando nosso corpo quer falar para nós como ele está se sentindo quando algumas coisas nos acontecem (boas ou ruins). Por exemplo: “Sinto que não vou conseguir passar na prova (insegurança/medo)”, “Sinto que eles não gostam de mim (tristeza)”, “Sinto que ajudei muito aquela pessoa (alegria/gratidão)”. Há emoções que são mais fáceis de serem identificadas porque já as conhecemos. Expressar e comunicar uma emoção pode acontecer de várias formas: chorando, rindo, sorrindo, abraçando, respirando, conversando (forma positiva) e não de forma negativa como xingar, batendo ou gritando. LISTA DE EMOÇÕES mais conhecidas por nós: alegria, medo, culpa, raiva, vergonha, tristeza, esperança, nojo, calma, decepção, orgulho, compaixão, desânimo, gratidão.

Aprendemos então, que as emoções querem e precisam ser sentidas por todos nós e quando damos voz as nossas emoções, nomeamos e as ouvimos, elas encontram sentido e significado e nos ajudam a viver de uma melhor forma com os nossos problemas e momentos de vida (bons ou não tão bons assim), permitindo nos libertar do que tanto nos aprisiona quando nos calamos. Por isso que expressar e conversar sobre o que pensamos, sentimos e nos acontece é tão importante e necessário, isso é cuidar de nós e nossa saúde mental e com a dos outros também.

Dicas da Semana:

  • Como eu sinto o que há para sentir?

1) Primeiro tente identificar a emoção: “O que EU estou sentindo? (dê nome para a emoção)”, escrevendo ou desenhando num papel ou no bloco de notas do celular quais são seus pensamentos e sentimentos naquele momento, para que assim possa tentar organizar o que sente e pensa; 2) Em seguida, pense e descubra: “O que aconteceu que me fez sentir assim?” (situações, problemas, dificuldades, e pense o que você pode fazer para lidar com esses acontecimentos e emoções); 3) Fale sobre tudo isso que descobriu, pensou e sentiu, com vocês mesmos ou compartilhe com quem confia: família, amigos, professores/educadores ou psicólogos; 4) Sinta tudo que quiser e precisar, sorria e ria quando quiser, podemos sentir medo, raiva, tristeza ou vontade de chorar sim ás vezes, afinal a vida em muitos momentos dói mesmo, não adiantando evitarmos ou escondermos essas emoções, pensamentos e sentimentos a sete chaves, se não adoeceremos, cada um sentirá e demonstrará do seu jeito, o que é normal e está tudo bem! 5) Lembrem-se: não existem emoções, pensamentos e sentimentos bonitos ou feios, certos ou errados, todos são importantes pra nós e merecem ser sentidos e acolhidos com atenção e carinho por cada um de nós. E se você educando(a) ou familiar queira ou precise conversar em particular comigo (Psicóloga IDB), peço por gentileza que entre em contato com sua coordenação ou educadores, para que possamos marcar e fazer com que essa conversa aconteça!

Monique Lowczyk Carvalho (CRP 06/131862)

 

Aproveitem esse nosso cantinho especial do #conversandosobresaudemental, pois AQUI VALE A PENA SENTIR! E me contem lá nos comentários da publicação deste artigo nas redes sociais do IDB (Facebook ou Instagram) “Como vocês estão se sentindo hoje?”, eu Monique (Psicóloga) estou com sentimento de GRATIDÃO hoje, e vocês? Beijos para todos e se cuidem!

“Nossos Sentimentos, Pensamentos e Emoções - Sentir ou Não Sentir? Eis a Questão!”

Queridos (as) educandos (as) do PROVIM, CEDESP BOM RETIRO, VILA PAULISTANA e familiares, Em nossa última reflexão da “Coluna Semanal - Conversando sobre Saúde Mental”, compreendemos o que é a saúde mental e a importância desse cuidado com nós mesmos, começamos a perceber a importância de nossas emoções serem sentidas e não evitadas, sejam os pensamentos e sentimentos bons ou aqueles considerados “não tão bons” assim, em prol de nosso cuidado e bem estar físico e mental, para que assim possamos nos acolher e verdadeiramente abraçar quem somos.

Desse modo, essa semana refletiremos um pouco juntos sobre os Nossos Sentimentos, Pensamentos e Emoções, abordando as diferenças, como os identificamos e como podemos lidar de forma mais positiva com eles, ainda mais nesse momento de pandemia, em que nossa vida está uma montanha russa de sentimentos, não é mesmo?! Mas afinal, o que vocês acham, nós devemos: “Sentir ou Não Sentir? Eis a Questão”.

Reprodução: ebserh.gov

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