Grupos de Risco COVID-19

Pesquisa realizada pela Cirurgiã Dentista Doutora Ana Claudia

Olá, leitores! Espero  que todos estejam bem, assim como suas respectivas famílias.

Esta semana trouxe um tema que tem gerado algumas dúvidas. Vamos falar dos principais grupos de risco, expostos ao contato com o COVID-19. Em meio a tantas informações, é sempre bom ressaltar quem faz parte desse grupo chamado de  “grupo de risco”, também é de extrema importância que todos os leitores sempre busquem informações em fontes confiáveis.

A OMS considera como grupo de risco: bebês e crianças menores de seis anos, gestantes, mulheres que deram a luz há menos de quarenta dias, maiores de sessenta anos e pessoas portadoras de comorbidades, como:  diabetes, hipertensão arterial, doenças do coração, pulmão e rins, portadores de imunossupressão e pacientes em tratamento contra o câncer. Isso significa que esses indivíduos podem apresentar uma evolução desfavorável para a COVID-19, por apresentarem um comprometimento da resposta imune do corpo.

Vamos entender os riscos?

Hipertensão arterial e doenças do coração: O Covid-19 pode enfraquecer o coração, ao afetar o músculo cardíaco pode ocorrer uma sobrecarga. Como consequência disso, arritmias e paradas cardíacas se tornam mais prováveis.

Asmáticos: A tendência é que o vírus torne as crises mais graves, pois a sensação de falta de ar e a secreção nos pulmões aumentam e o paciente fica muito debilitado.

Diabetes: Além do Covid-19, o diabetes é um fator de risco para diversas outras doenças e infecções. O principal problema é a forma como o coronavírus mexe com o sistema imunológico. Um organismo já com limitações se torna ainda mais frágil e as consequências podem ser devastadoras.

Fumantes: condição respiratória prejudicada. Já para os fumantes, a preocupação é a mesma relacionada a qualquer outra doença respiratória. As substâncias nocivas do cigarro podem provocar enfisema pulmonar e bronquite. Com os pulmões mais debilitados, as chances de que a doença se agrave aumentam.

Ainda não temos estudos suficientes mas segundo  pesquisas as gestantes e puérperas ficam mais vulneráveis neste período. As gestantes com comorbidades também precisam de atenção redobrada.

Idosos: são mais vulneráveis a doenças infectocontagiosas e o envelhecimento do sistema imunológico é a principal causa disso.

Doenças respiratórias crônicas: são pessoas que possuem os pulmões enfraquecidos e apresentam condições que afetam o sistema de defesa, além de algumas alterações estruturais que impedem a adequada expulsão, por meio da tosse, de secreções provenientes da traqueia, brônquios e pulmões.

Doenças renais crônicas: pessoas com essa condição possuem uma imunidade mais baixa e apresentam deficiência de hormônios renais, o que contribui para a diminuição da imunidade. Além disso, pacientes transplantados fazem uso de medicamentos que tornam a imunidade mais baixa para evitar a rejeição do órgão.

Pacientes com câncer: o câncer e os medicamentos quimioterápicos causam fragilidade no sistema imunológico.

Todos as pessoas que apresentam essas comorbidades precisam ter os cuidados de prevenção redobrados e seguir todas as orientações das organizações de saúde.

É importante ressaltar que não existe diferença em a doença esta controlada ou não, os riscos são exatamente os mesmos.

Há alguma recomendação específica para deficientes físicos?

Até o momento, não há nenhuma orientação diferente para os deficientes físicos, além das que já foram dadas à população em geral pelo Ministério da Saúde.

Texto e Fotos: Instituto Dom Bosco São Paulo - SP 


 

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